Filme francês “O Artista” lidera nomeações dos Globos de Ouro

O filme francês “O artista”, de Michel Hazanavicius, lidera com seis nomeações a 69ª edição dos Globos de Ouro, os prémios atribuídos pela Associação de Jornalistas Estrangeiros de Hollywood, foi hoje anunciado.

Os nomeados foram hoje revelados em Los Angeles, Califórnia, e a liderar está uma produção francesa a preto e branco, de homenagem ao cinema mudo de Hollywood, cuja personagem principal é estrela de cinema que se depara com o advento dos filmes sonoros.

“O Artista”, que ainda não se estreou em Portugal, está nomeado, por exemplo, para melhor filme de comédia ou musical, melhor realização e melhor ator e atriz, com os franceses Jean Dujardin e Berenice Bejo.

Djavan grava primeiro disco da carreira como intérprete

São 34 anos de carreira e mais de 20 discos gravados. Eclético, já transitou por gêneros como o samba, o jazz e a valsa. Gravou com artistas como Chico Buarque, Stevie Wonder e o violonista espanhol Paco de Lucía. Chegou até mesmo a se arriscar como ator no filme “Para viver um grande amor”, musical dirigido por Miguel Faria Júnior em 1983. Mas, apesar dos tantos caminhos percorridos, ainda faltava um desafio para o cantor e compositor alagoano Djavan: um trabalho como intérprete.

“Foi uma dificuldade. Mas a dificuldade me move”, declarou o músico sobre “Ária”, lançamento que reúne versões para 12 canções selecionadas seguindo critérios distintos.

“Há reminiscências da infância e da adolescência, coisas que cantava na época em que era crooner de boate”, diz Djavan sobre o repertório, que inclui “Oração ao tempo” (Cateano Veloso), “Treze de dezembro” (Luiz Gonzaga e Zé Dantas), “Disfarça e chora” (Cartola e Dalmo Castelo) e “Fly me to the moon” (Barth Howard), famosa na voz de Frank Sinatra.

Com arranjos debruçados sobre o violão do próprio compositor, o álbum traz ainda o baixista André Vasconcellos, os percussionistas Marco Lobo e Marcos Suzano e o guitarrista Torcuato Mariano.

Informações de Henrique Porto (G1 RJ)

São Luís é eleita ‘Capital Americana da Cultura 2012′

O presidente do Bureau Internacional de Capitais Culturais (www.ibocc.org), Xavier Tudela, anunciou, nesta quarta-feira (01), que São Luís foi eleita a “Capital Americana da Cultura 2012”. O título coincidirá com o 4º Centenário de São Luís, única cidade brasileira fundada por franceses.

O Centro Histórico de São Luís foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1997 e possui uma arquitetura colonial com cerca de 3.500 edifícios distribuídos pela área central da cidade. A capital maranhense é conhecida também como a “Atenas brasileira” pela grande quantidade de escritores e poetas que viveram na cidade no século XIX.

Em 2009, São Luís foi eleita a “Capital Brasileira da Cultura”, título que tem como objetivo valorizar o patrimônio artístico e cultural das cidades de diversos países do mundo, promovendo-as, dando suporte na realização de eventos e divulgando suas riquezas.

Informações do Jornal Pequeno

Discografia de Chico Buarque nas bancas

Chega hoje às lojas e bancas o primeiro volume da Coleção Chico Buarque, que recupera 20 álbuns do cantor e compositor, que fez questão de pinçar aqueles que achava mais representativos na sua discografia. Estão lá desde sua estreia, Chico Buarque de Hollanda (1966), até seu último trabalho de estúdio, Cariocas (2006).

Cada disco em encartado em um livro-CD de 44 páginas, escrito pelo jornalista José Ruy Gandra. O livreto traz a arte original do LP, histórias por trás de todas as faixas, o contexto histórico da época e entrevista com amigos e parceiros de Chico, como Francis Hime, Caetano Veloso, Toquinho e Miúcha.

O primeiro álbum, Chico Buarque (1978), é recheado de clássicos do repertório do compositor, como “Apesar de Você”, “Feijoada Completa”, “Cálice” e “Trocando em Miúdos”. Ele está disponível primeiro em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ao preço promocional de R$ 7,90. Os demais, lançados semanalmente, custam R$ 14,90. Também é possível comprar, pela internet, a coleção completa com desconto de 15%.

Informações da IG SP

Filho de Renato Russo diz que é obrigação ver peça sobre seu pai

por Fabiana Seragusa (Folha Online)
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“A peça é uma parte importante na história da cultura brasileira. Renato Russo levantou uma geração, junto com outros grandes artistas”, conta em entrevista ao Guia. “Acho que ver essa peça é como uma obrigação de cada brasileiro.”

Vencedor do prêmio Shell de melhor direção em 2006 (assinada por Mauro Mendonça Filho), o monólogo traz Bruce Gomlevsky no papel principal (foto ao lado). É ele que surpreende o público ao interpretar mais de 20 sucessos (acompanhado da banda Arte Profana), tudo ao vivo, e materializar passagens da vida e da carreira do ídolo do rock.

“A atuação de Bruce é impecável e convincente”, garante Giuliano, que tem 21 anos e é dono de uma produtora musical. Ele também acha que a história de seu pai deve ser contada por mais e mais pessoas. “Para que a história de Renato Russo nunca seja esquecida. E deixar tudo cada vez mais intrigante”, conclui.

Jeito de Renato

O ator, produtor e diretor Bruce Gomlevsky precisou aprender os trejeitos de Renato Russo para deixar tudo muito real. Durante duas horas, ele mostra momentos do músico desde a adolescência –quando ficou por dois anos em uma cadeira de rodas– até a fase final de sua vida, dando ênfase aos problemas com drogas e aos bons e maus momentos com as bandas Aborto Elétrico e Legião Urbana.

Letras, depoimentos, reportagens, entrevistas de Renato e de parentes, livros e imagens de shows serviram como base para esta homenagem ao artista. O texto da peça –que fica em cartaz até 15 de agosto– é de Daniela Pereira de Carvalho.

Quem fez história na música em 2009

por Nelson Mota

Mesmo com a crise econômica, a indústria do disco resiste, se transforma e corre atrás do prejuízo. A música não pode parar. O jeito de ouvir e ganhar dinheiro com ela é que está mudando rapidamente.

No Brasil, uma revelação e uma continuação. Uma consagração e uma ressurreição marcaram o ano musical.

Paulista de 23 anos, baixinha marrenta, extremamente musical, Maria Gadu canta e compõe muito bem, com muito estilo e personalidade. Já no seu disco de estreia, anuncia um futuro brilhante no nosso concorridíssimo mercado de cantoras e compositoras. É a grande revelação do ano.

Se o sucesso da Maria Gadu é a novidade, o de Adriana Calcanhoto é a continuidade. Com o lançamento de “Partimpim Dois”, ela fez um disco ainda melhor do que o primeiro, que já era o máximo em matéria de músicas para crianças, mas crianças inteligentes.

Também foi o ano da ressurreição de Wilson Simonal. Um dos maiores cantores brasileiros de todos os tempos, morreu no ostracismo e renasceu artisticamente num espetacular sucesso do documentário “Ninguém sabe o duro que dei”, com a excelente biografia, “A vida e o veneno de Wilson Simonal”, de Ricardo Alexandre, e com o disco tributo, gravado pelos maiores nomes do nosso pop. O melhor de tudo, o relançamento de toda sua discografia estava banida das lojas.

Amigo e companheiro de geração de Simonal, Erasmo Carlos fez o caminho inverso e só fez crescer como compositor e como pessoa num reconhecimento do público, da crítica e dos seus colegas e retribuiu com um grande disco e uma turnê que levava alegria e emoção aos incontáveis fãs do nosso querido Tremendão.

Seria um pássaro? Seria uma atriz? Uma entidade? Há quarenta anos, Maria Bethânia constrói uma das carreiras mais brilhantes da música brasileira. Sem altos e baixos e indo cada vez mais fundo e mais alto. Sem nenhuma concessão a nada que não seja a sua arte. Dessa vez, ela lançou dois discos ao mesmo tempo, um para o corpo e outro para alma, cada um mais bonito que o outro. É o ano da consagração de Maria Bethânia. Como se ela ainda precisasse disso.

Com todas as facilidades da tecnologia, nunca se produziu tanta música no Brasil. Da melhor e da pior… É justamente esse o problema. Como encontrar entre montanhas de lixo musical digital, o que vale a pena ser ouvido? Como competir com a obra de grandes músicos que hoje está disponível na internet?

Um feliz Ano Novo a todos, com Diogo Nogueira, que renovou o samba com um grande disco “To fazendo a minha parte”. Que cada um faça a sua.

Disco de Boyle peca pelo padrão asséptico

por Mauro Moreira (Estudio Online)

Fenômeno musical do ano, Susan Boyle realiza seu sonho de virar cantora profissional com o lançamento de seu primeiro disco ‘I Dreamed a Dream’, esta semana nas lojas do Brasil, pela Sony Music. Aos 48 anos, Boyle virou sensação instântanea a partir de 11 de abril, ao defender tema do musical ‘Os Miseráveis’, que batiza seu CD, no programa de calouros ‘Britain’s Got Talent’. O visual desleixado calou a boca dos jurados, da plateia e do mundo quando ela soltou a voz límpida e interpretou ‘I Dreamed a Dream’ com afinação e emissão dignas de uma Barbra Streisand.
Produzido por Simon Cowell, um dos jurados do programa de calouros, o álbum de Boyle foi feito para realçar sua voz. Grandiosa, a produção usa e abusa de cordas e coros para criar atmosfera sentimental e seduzir o chamado grande público. No todo, ‘I Dreamed a Dream’ é bom, mas peca por certa uniformidade.
O canto límpido de Boyle padroniza baladas extraídas dos repertórios de Madonna (‘You’ll See’, hit da coletânea ‘Something to Remember’, de 1995) e do grupo Rolling Stones (‘Wild Horses’, do álbum ‘Sticky Fingers’, de 1971).
Dentro dessa linearidade previsível, Boyle investe em temas do cancioneiro gospel (‘Amazing Grace’, ‘How Great Thou Art’ – faixas com coros e tons grandiloquentes) e num clássico natalino (‘Silent Night’) com a mesma assepsia digna de um produto direcionado às massas.
Em ‘Daydream Believer’ (tema do repertório dos Monkees) e ‘The End of the World’, faixa em que se ouve com mais destaque um violão, Boyle arrisca tons mais intimistas. Mas sem se desviar por completo do padrão que rege esse seu primeiro disco, moldado para valorizar o canto asséptico e afinado da intérprete escocesa.

Novo filme “Oceans” mostra o mar da perspectiva dos peixes

da Reuters, em Paris

O novo filme francês “Oceans” não apenas permite ao espectador “nadar” entre peixes, como abre uma janela para vidas submarinas repletas de emoção e carregadas de perigo.

Mais de 50 anos se passaram desde que o célebre mergulhador e documentarista francês Jacques Cousteau rodou o documentário “O Mundo Silencioso”, e novos avanços técnicos facilitaram o trabalho de captar a vida da perspectiva dos peixes, disseram os diretores do filme.

“Inventamos muitos artefatos para podermos ser peixes entre os peixes, para testemunhar o que fizemos com nosso meio ambiente e, quando há poluição ou grandes pescas, vê-las como os peixes as veem”, disse à Reuters um dos diretores, Jacques Perrin.

Mais de dez anos já se passaram desde o premiado “Microcosmos”, a exploração da vida dos insetos narrada por Perrin e que proporcionou um close-up estranho da vida de insetos minúsculos vivendo em capinzais.

Graças a novas técnicas de câmera, “Oceans” traz tomadas violentas de guerras entre aranhas do mar, perseguições entre golfinhos, retratos de animais marinhos cuidando de sua prole e criaturas esdrúxulas diversas.

“Nossas máquinas não mostram apenas um personagem espetacular, mas sim uma intimidade com um animal nunca antes vislumbrado e ao qual nos apegamos de um momento a outro”, disse Perrin.

Os novos métodos empregados incluem a inserção de câmeras dentro de envoltórios especiais e o uso de patins com os quais mergulhadores podem deslizar ao lado de grandes tubarões brancos.

Após dois anos de preparativos, quatro anos de filmagens e um ano de edição, “Oceans” será lançado na França em 27 de janeiro, um mês após a cúpula ambiental em Copenhague.

Defensor do ambientalista francês Nicolas Hulot, Perrin disse que não sente a necessidade de pregar, mas espera contribuir para o debate sobre a proteção ambiental.

“Oceans” foi rodado em santuários marinhos ao longo de mais de 70 expedições em várias partes do mundo. Algumas de suas cenas ocorrem em um museu de espécies extintas, que se torna mais pungente por sabermos que os animais morreram devido à humanidade.

“Foi o caso do boto do rio Yang-tsé, que planejávamos filmar, mas o último animal remanescente da espécie desapareceu durante as filmagens”, disse o co-diretor Jacques Cluzaud.

Apesar disso Perrin é otimista quanto ao futuro dos oceanos.

“O grito de esperança é mais forte que o grito de alarme”, disse Perrin. “O mar ainda é rico. Nós o mutilamos e o fizemos sangrar, mas ele está ali e, se quisermos, as coisas podem recomeçar”.

‘Crazy in Love’, de Beyoncé, é eleita a música da década

A música “Crazy in Love”, da cantora Beyoncé, foi escolhida a melhor da década, segundo uma votação feita pelo semanário britânico New Music Express. A eleição foi feita entre os profissionais do site, da TV e da rádio NME.

 Lançada em 2003, a música faz parte do primeiro disco solo da cantora, “Dangerously in Love”, e conta com a participação de Jay-Z, hoje seu marido.

Em segundo lugar, ficou a canção “Time to Pretend”, do MGMT, seguida por “Hard to Explain”, dos Strokes. A lista ainda conta com hits como “Umbrella”, da cantora Rihanna, e “Seven Nation Army”, do White Stripes, música que chegou a virar hino da torcida italiana na Copa da Alemanha (2006).

Na semana passada, os Strokes lideraram uma votação semelhante da NME sobre o álbum da década, com seu primeiro trabalho, “Is This It”.

Confira as 20 primeiras faixas da lista:

1- Beyoncé – “Crazy In Love”

2- MGMT – “Time To Pretend”
3- The Strokes – “Hard To Explain”
4- MIA – “Paper Planes”
5- OutKast – “Hey Ya!”
6- The Rapture – “House Of Jealous Lovers”
7- Klaxons – “Golden Skans”
8- Blur – “Out Of Time”
9- Arcade Fire – “Rebellion (Lies)”
10- Arctic Monkeys – “A Certain Romance”
11- The Libertines – “Can’t Stand Me Now”
12- The Streets – “Dry Your Eyes”
13- The Walkmen – “The Rat”
14- The White Stripes – “Seven Nation Army”
15- Yeah Yeah Yeahs – “Bang”
16- Rihanna – “Umbrella”
17- Yeah Yeah Yeahs – “Maps”
18- OutKast – “Ms Jackson”
19- Radiohead – “Reckoner”
20- Hot Chip – “Over And Over”

Informações da Redação Yahoo!

Peças teatrais preferidas pela crítica

  • “Arrufos”
  • “Anatomia Frozen”
  • “Sonho de um…”
  • “Strindbergman”
  • “As Pontes de…”
  • “A Filosofia na Alcova”
  • “A Falecida Vapt-Vupt
  • Fonte: Guia Online
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